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Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!

 

Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Eu sei que às vezes estamos muito cansados, saturados com tantas informações e responsabilidades. Toda a nossa frustração acaba se transformando em cenhos franzidos e palavras duras que jogamos sobre os que mais amamos. Muitas dessas pessoas são crianças pequenas, filhos que não entendem o porquê da nossa irritação: trocamos o “falar bonito” e o carinho por palavras duras, cheias de adjetivos desnecessários que se referem de maneira cruel ao que eles “sempre fazem ou são”.
 
Quantos pais percebem que lançam sobre os seus filhos palavras como “você é um bobo”, “comporte-se” ou até mesmo “idiota”? A pessoa que vê de fora esse comportamento se surpreende com uma atitude tão imatura. No entanto, talvez esse pai não saiba como lidar com um nível de exigência tão alto. Será que em algum momento nós também já não agimos assim?
 

É preciso se esforçar. As crianças não têm culpa e não merecem que descarreguemos sobre elas os nossos problemas de maneira tão injusta. Elas estão começando a viver e tudo o que lhes dissermos hoje, seja uma mensagem positiva ou negativa, guardarão para sempre no seu coração.

Muitas vezes não são os filhos que estão passando por “um momento difícil”, mas os pais que se veem sobrecarregados e não sabem lidar com a pressão.

Falar com carinho será melhor do que gritar

Os pais acreditam que um grito ou um castigo são mais efetivos do que uma boa conversa porque os resultados são imediatos. Mas se esquecem de que a longo prazo aparecem alguns efeitos secundários indesejáveis. As crianças não podem se defender, se sentem humilhadas e descobrirão um sentimento chamado “ressentimento”.
 
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Além disso, elas aprendem pelo exemplo: se alguém mais forte que elas pode utilizar a violência para controlá-las, elas também podem agir da mesma forma com as crianças que são menores que elas.
 
Em um primeiro momento, falar com carinho com as crianças diante de um mau comportamento pode parecer que não funcionará. No entanto, não é assim. Uma boa conversa sempre será mais importante; as crianças menores, mesmo que não acreditemos, entendem muito mais do que pensamos.
 
Se lhes explicarmos o que fizeram errado, como deveriam proceder e terminarmos a conversa com um abraço, estaremos lhes ensinando que errar é humano e que o importante é aprender com os erros.Entenderão que estamos lhes mandando uma mensagem clara: “eu confio em você, da próxima vez fará melhor”.
 
A ternura, o amor, a compaixão e o consolo ficarão gravados no fundo do coração dessa pessoinha que tanto amamos e que ainda tem muito para aprender. Essa mensagem que tentamos transmitir, as crianças vão entendendo ao longo da sua vida; talvez não vejamos um efeito tão imediato como uma palmada, mas a longo prazo veremos os bons resultados. Veremos como os nossos filhos educam os seus filhos e nos sentiremos orgulhosos deles.
 
Falar com carinho com as crianças lhes mostrará um caminho onde o amor, a atenção e a compreensão estarão muito presentes.
 
Queremos que os nossos filhos tenham medo de nós? Buscamos o seu respeito através do medo? Este não é o tipo de aprendizado que queremos transmitir. Uma palavra negativa ou um insulto podem causar insegurança, baixa autoestima, medos desnecessários… Sei que estamos muito ocupados, mas trouxemos para o mundo uma pessoa que merece toda a nossa atenção, nosso amor e todas as nossas boas ações.

O poder da disciplina afetiva

A agressividade promoverá mais agressividade e comportamentos que não desejamos. Por exemplo, se o nosso filho não entende os nossos gritos, aprenderá a não nos escutar. No entanto, se colocarmos em prática a disciplina afetiva, onde existem chamadas de atenção sutis e delicadas, os resultados serão muito melhores. É difícil agir dessa forma se os nossos pais não nos trataram assim. Sem nos darmos conta, repetiremos o mesmo padrão de comportamento.
 
Muitas vezes não queremos agir da mesma forma que os nossos pais, mas talvez isto aconteça porque não paramos para pensar em como estamos tratando nossos filhos. É muito importante refletir sobre isso. Talvez sintamos nostalgia por não termos recebido todo o carinho que os nossos pais podiam dar ou não sabiam demonstrar da maneira correta.
 
Tudo isso é normal. Nenhum pai tem um manual de instruções que indique qual é a melhor maneira de agir. Apesar disso, é preciso estar atento a tudo o que a criança vive na sua infância, porque falar com carinho a afetará de uma forma positiva, e descarregar nela as suas frustrações a afetará negativamente.

Mesmo que você esteja sem forças, mesmo que tudo ao seu redor seja negativo, não se canse nunca de falar com carinho com os seus filhos.

Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
 
Tudo o que acontece na infância nos marca profundamente e interfere em nosso futuro. As crianças nascem predispostas ao amor. Aprenda a conhecê-las, dê-lhes carinho e busque aquele ponto onde conseguiremos captar a sua atenção para poder ensiná-las e orientá-las corretamente. Isto deve ser feito através do amor, e não do medo. Falar com carinho com os seus filhos é a melhor decisão.
 
https://www.soescola.com/2017/04/por-mais-dificil-que-uma-crianca-seja-nunca-deixe-de-falar-com-ela-com-carinho.html
 

O processo de aprendizagem de uma criança durante a primeira infância, é inacreditavelmente rápido, e muitas vezes subvalorizado. 

A criança até aos 3 anos apresenta capacidade para pensar sobre o mundo e sobre si mesma através da interação que vai estabelecendo com as pessoas e objetos.

A observação, repetição, imitação e a experimentação permitem à criança situar-se perante si própria e perante os outros.

Cada momento de cada dia é uma experiência de aprendizagem.

A “casa” representa um lugar de reunião, estável, confortável e onde há amor tornando-se num local seguro. A composição da família, o número de brinquedos, a localização ou número de quartos, não define uma casa.

Tal como um jardim, uma casa deve ser assistida, apreciada, nutrida e respeitada para prosperar. É o cenário para do crescimento físico, mental, emocional e espiritual de um indivíduo, e se houver respeito e amor incondicional, esta casa será uma âncora para os filhos. A casa é a essência daquilo que queremos ser e do que queremos que os nossos filhos sejam.

A casa é a primeira sala de aula – não só no sentido académico – mas como um trampolim para o mundo.

Como nos tratamos uns aos outros, talvez seja a lição de vida mais importante que aprendemos em casa.

Somos educados uns com os outros? Respeitamo-nos? Demonstramos emoções? Honramos a privacidade?  Revezamo-nos? Assumimos as tarefas domésticas?

Resumidamente: podemos contar a nossa história honestamente e sem receio de julgamentos?

Em casa, os nossos filhos aprenderão a resolver problemas, desenvolverão a leitura e até as habilidades matemáticas apenas através da experiência vivida com a família. A aprendizagem com base no amor será adquirida num ambiente calmo e estável, onde se conversa, se brinca, se lêem histórias (muitas) e se fazem vozes de personagens em família.

“É impossível ter-se livros a mais”

Com a tendência crescente para o consumismo tecnológico, receio que muitas crianças cresçam sem a compreensão e respeito de experimentar palavras escritas.

A alegria de manter um livro, virar as páginas com antecipação, procurar um marcador perfeito, e ler em voz alta é um dos maiores presentes que podes dar aos teus filhos.

É imprescindível que arranjemos tempo para ler com os nossos filhos diariamente. Que os incentivemos a ler por conta própria. Há que parar e arranjar tempo. Quando deixam de dormir a sesta, esse tempo é perfeito para ficarmos no quarto com uma pilha de livros, e que os ensinemos relaxar enquanto expandem o seu vocabulário e estimulam a imaginação.

Esta prática também os ensina a apreciar o silêncio e a sentirem-se feliz consigo próprios – outra componente tão importante.

Histórias de encantar, aventuras, poesias tontas e lengalengas irão evoluir para coleções por capítulos que ocuparão a estante conforme os nossos filhos crescem.

É mais fácil dar à criança um entretenimento visual para passar o tempo, mas queremos mesmo que o caminho seja “passar tempo”? Tentemos que os livros se tornem na melhor ferramenta para os ajudar a “passar tempo”!

Se a casa é a primeira escola, então, os pais são obviamente os primeiros professores.

As tuas amizades e a forma como comunicas influenciarão directamente a forma como o teu filho irá relacionar-se na vida. A educação, respeito, a ética, o amor-próprio, o viver em comunidade são lições de vida que aprenderá contigo. Não fiques à espera que o mundo exterior faça esse trabalho por ti. Se assumires que a escola se irá encarregar disso, então já esperaste muito tempo. Essa é a tua responsabilidade desde o primeiro dia de vida do teu filho.

Parentalidade Consciente e Slow Parenting

A parentalidade não é sobre como criar o filho perfeito e idílico. Nem deve procurar resultados, mas sim experienciar o caminho. Por mais que queiramos acreditar que com determinação e trabalho duro conseguimos controlar tudo, a vida é muito mais complexa que isso, e certamente os nossos filhos terão de lidar com imprevistos. Se tens a capacidade de te adaptar positivamente a situações adversas, também o teu filho herdará essa característica. A isso se chama resiliência.

A parentalidade consciente pressupõe que se faça pausas, que se estude a envolvente e se façam escolhas com base no que consideramos ser o melhor para os filhos, mantendo-nos íntegros e fieis aos nossos valores.

Não será fácil, nem será óbvio, mas se estiveres confiante dos teus valores, um dia que tenhas de fazer essas escolhas, instintivamente saberás qual é o melhor caminho.

Aprender a confiar nos teus instintos e libertares-te das dúvidas é o primeiro passo para a parentalidade consciente.

Extraido: https://www.soescola.com/2017/06/a-casa-e-a-primeira-escola-e-os-pais-sao-os-primeiros-professores.html

 

Ser pai, mãe, avô, avó e, além disso, um educador eficaz, não é fácil. Cada criança vem a este mundo com necessidades próprias que devemos saber atender, com virtudes a serem potencializadas e emoções que devem ser incentivadas, orientadas e desenvolvidas.

Educar não é apenas ensinar as crianças a ler ou mostrar como podem realizar seu trabalho de pesquisa para o colégio com o computador. Ser pai ou mãe não é presentear os filhos com um telefone celular em seu aniversário, nem assegurar-nos de que colocamos o cinto de segurança neles cada vez que entram no carro. É muito mais que tudo isso.

Educar também é saber dizer “Não” e, ao mesmo tempo, dizer “Sim” com o olhar, porque educar não é apenas proibir, mas abrir o coração para os nossos filhos e reforçar cada dia o vínculo emocional que temos com eles, dando a entender que estamos juntos em cada instante para proporcionar-lhes maturidade como pessoas felizes e capazes.

Contudo, em algumas situações, mesmo que conheçamos a teoria não a aplicamos na prática. Além de pais e mães, também somos casal, empregados, empresários ou pessoas que querem trocar de emprego e que, possivelmente, ainda querem atingir novos objetivos profissionais. Tudo isso ocorre concomitantemente em nosso cotidiano e, sem saber como, começamos a cometer erros na educação de nossos filhos.

Se você for pai, se lembrará de quando foi filho e saberá, sem dúvida, o que você mais valorizou – e ainda valoriza! – ou do que mais sentiu falta nos seus dias de infância. Se a sua infância não foi especialmente feliz, entenderá quais aspectos romperam este vínculo emocional com os seus pais, esses erros que não devem ser repetidos sob nenhuma hipótese com seus filhos.

Falemos sobre isso.

  1. Não os escutar

As crianças falam e também perguntam muito. Pegam você de surpresa com mil questionamentos, inúmeras dúvidas e centenas de comentários nos momentos mais inoportunos. Desejam saber, experimentarquerem compartilhar e desejam compreender tudo que acontece diante delas.

Tenha bastante claro que, se você mandar que fiquem quietas, se você as obrigar a ficar em silêncio, ou se não atender suas palavras, respondendo com severidade ou de forma rude, isso fará com que, no curto prazo, a criança deixe de se dirigir a você. E o fará privilegiando seus próprios espaços de solidão, atrás de uma porta fechada que não desejará que você cruze.

  1. Castigá-los, transmitindo-lhes falta de confiança

São muitos os pais que relacionam a palavra educação com punição, com proibição, com um autoritarismo firme e rígido em que tudo se impõe e qualquer erro é castigado. Este tipo de conduta educativa resulta em uma falta de autoestima muito clara na criança, uma insegurança e, ao mesmo tempo, uma ruptura do vínculo emocional com eles.

Se castigamos não ensinamos. Se me limito a dizer para a criança tudo o que ela faz de errado, jamais saberá como fazer algo bem. Não dou a ela medidas ou estratégias, limito-me a humilhá-la. E tudo isso gerará nela raiva, rancor e insegurança. Evite sempre esta atitude. 

  1. Compará-los e rotulá-los

Poucas coisas podem ser mais destrutivas do que comparar um irmão ao outro ou uma criança a outra para ridicularizá-la, para dar a entender suas escassas aptidões, suas falhas, sua pouca iniciativa. En algumas ocasiões, um erro que muitos pais cometem é falar em voz alta diante das crianças como se elas não os escutassem.

É que o meu filho não é tão inteligente como o seu, é mais lento, o que se pode fazer”.Expressões como estas são dolorosas e geram neles um sentimento negativo que causará não apenas ódio em relação aos pais, mas um sentimento interior de inferioridade.

  1. Gritar com eles e apoiar-se mais nas ordens do que nos argumentos

Não trataremos aqui de maus tratos físicos, pois acreditamos que não há pior forma de romper o vínculo emocional com uma criança do que cometer este ato imperdoável.

Mas temos de ser conscientes de que existem outros tipos de maus tratos implícitos, quase igualmente destrutivos. É o caso do abuso psicológico, esse no qual se arruína a personalidade da criança por completo, sua autoimagem e a confiança em si mesma.

Há pais e mães que não sabem dirigir-se de outra forma a seus filhos, sendo sempre através de gritos. Levantar a voz sem razão justificável provoca um estado de euforia e estresse contínuo nos filhos; eles não sabem em que se apoiar, não sabem se fizeram algo bom ou mau. Os gritos contínuos enfurecem e fazem mal, já que não há diálogos, apenas ordens e críticas.

Deve-se ter muito cuidado com estes aspectos básicos. O não escutar, o não falar e o não demonstrar abertura, compreensão ou sobrepor a sanção ao diálogo são modos de ir afastando aos poucos as crianças do nosso lado. Elas nos enxergarão como inimigos dos quais devem se defender e romperemos o vínculo emocional com eles.

Educar é uma aventura que dura a vida toda em que ninguém é um verdadeiro especialista. Contudo, basta apoiar-se nos pilares da compreensão, do carinho e em um apego saudável que proporcione a maturidade e a segurança nesta pessoa que é também parte de você.

Imagem cortesia: Gabriela Silva, Nicolás Gouny, Whimsical

https://amenteemaravilhosa.com.br/4-atitudes-enfraquecem-vinculo-emocional-seus-filhos 

 

Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado.

Desde o nascimento, a criança passa por etapas do desenvolvimento da linguagem, etapas preparatórias para adquirir de forma elaborada e eficiente a fala, uma das formas que temos de nos comunicar. O desenvolvimento da comunicação oral envolve os sentidos, os músculos orofaciais e as experiências da criança com as coisas e as pessoas. Para que ocorra de forma plena, os pais precisam, até certo momento, servir como mediadores entre a criança e o mundo que a cerca.

Estimulação sensorial

Como os sentidos (visão, audição, olfato, gustação e tato) servem de “porta de entrada” para experimentar e conhecer o mundo a nossa volta, a cada etapa de desenvolvimento dos filhos, vale a pena oferecer estímulos sensoriais. Seguem abaixo algumas sugestões de estimulação sensorial que podem ser realizadas com crianças de 0 a 5 anos.

Estimulação visual:

  • Apresentar e oferecer objetos simples, coloridos, com formas diferentes e com estímulos luminosos;
  • Movimentar cada parte do corpo da criança para que ela possa percebê-las e identificá-las;
  • Oferecer um espelho para a criança observar sua imagem, as de outras pessoas e objetos;
  • Apresentar imagens de rostos com diferentes tipos de emoção (alegria, tristeza, raiva, cansaço, etc.);
  • Apresentar à criança  diferentes ambientes.

Estimulação auditiva:

  • Proporcionar experiências com sons, vozes em diferentes alturas (grave/aguda), intensidades (alto/baixo) e entonações;
  • Cantar e conversar durante os cuidados com a criança;
  • Oferecer diferentes objetos e brinquedos sonoros para alertar a criança quanto aos diferentes tipos de som;
  • Falar e/ou movimentar objetos sonoros fora do campo visual para que ela possa localizar e identificar o som.

Estimulação gustativa e olfativa:

  • Deixar que a criança cheire os produtos utilizados no cuidado da higiene;
  • Levá-la a diferentes ambientes com odores diversificados (na cozinha durante o preparo de uma refeição, em um bosque, pomar, açougue, etc.);
  • Oferecer alimentos variados para que experimente diferentes sabores (doce, amargo, salgado, azedo), desenvolvendo assim o paladar.

Estimulação tátil:

  • Proporcionar durante as rotinas, de higiene principalmente, o contato da criança com diferentes texturas (esponjas, creme, talco, tecido, óleo), sempre nomeando-os;
  • Oferecer objetos com texturas, tamanhos, temperaturas, formas, materiais e pesos diferentes;
  • Incentivar a criança a conhecer seu próprio corpo e o do outro para que ela perceba o seu limite e o espaço que a cerca.

Estimulação oromotora

Outra estimulação importante a ser realizada é a oromotora, que engloba a parte muscular e motora envolvida na comunicação oral (lábios, língua e palato). Como os órgãos que utilizamos para comer (lábios, língua, bochechas, dentes) são praticamente os mesmos que utilizamos para falar, a alimentação tem papel importante no desenvolvimento da fala. É por meio dela que estimulamos e exercitamos os músculos da boca e da face (por meio da mastigação, sucção e deglutição), os quais também participam da produção dos sons que, juntos, formarão as palavras. Para a estimulação oromotora destaco:

  • Realizar o aleitamento materno, que estimula de forma eficiente a musculatura envolvida na sucção, além de proporcionar uma deglutição adequada;
  • Oferecer alimentos de consistência sólida dura, demandando um esforço maior para a mastigação;
  • Servir de modelo para a criança, demonstrando a mobilidade do aparelho fonador, deixando que ela observe e imite os movimentos faciais realizados na produção dos sons, treinando assim a habilidade para a vocalização.

Estimulação da linguagem

Não podemos deixar de fora a estimulação da linguagem propriamente dita:

  • Narrar para o bebê, desde os primeiros dias de vida, o que você está fazendo ou o que está acontecendo ao redor;
  • Praticar diariamente a leitura em voz alta;
  • Brincar de faz-de-conta (representando rotinas do cotidiano ou contos de fadas);
  • Ensiná-lo a utilizar a comunicação gestual (gestos indicativos e representativos), que serve de apoio para a oral;
  • Estimular a fala com conversas, explorando ao máximo a modelagem da linguagem, nos mais variados ambientes possíveis;
  • Incentivar, participar e brincar de jogos que contenham regras (ordem de jogada, modo de interação e tipo de linguagem).

É importante, portanto, que os pais promovam uma estimulação não só da musculatura envolvida na fala, mas também dos sentidos da criança e de sua linguagem. Todas elas podem ser feitas de maneira simples, no dia-a-dia da família, e não devem ser um aborrecimento para a criança, mas antes algo atraente e motivador. E é recomendável que se inicie quanto antes, já que os primeiros anos de vida são críticos para o desenvolvimento das habilidades sensoriais, motoras, cognitivas e lingüísticas.

 

Extraido:

http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/dicas-de-estimulacao-para-o-desenvolvimento-da-fala-em-criancas-de-0-5-anos/?utm_source=facebook&utm_medium=post_blog_face&utm_campaign=dicas_estimulacao_desenvolvimento_fala_0a5

Quando uma criança se sente confiante sobre si mesmo, ela vai deixar de buscar aprovação lentamente em cada passo que ela toma. Essa ideia transmitida por María Montessori nos dá um exemplo simples de como podemos fazer para que nossos filhos não sejam somente mais independentes, mas também mais felizes.

Por outro lado, hoje há muitas pessoas que ainda não veem com bons olhos esse legado pedagógico que nos deixou a célebre filósofa e docente italiana. Esses princípios focados no aprimoramento do intelecto e do físico da criança são vistos por muitos como arriscados. Permitir que a criança se torne a criadora e a descobridora de sua própria aprendizagem é para muitos coisas fora do comum.

No entanto, você tem que enxergar a partir do prisma correto. Não é “deixar ir, deixando as crianças serem completamente livres”. Nós, como adultos, somos os guias, que os fazem descobrir tudo de que são capazes. Cada criança tem seus próprios tempos e suas próprias necessidades, é apenas sobre ser respeitoso e intuitivo para que o desenvolvimento seja harmonioso e, acima de tudo, feliz.

Por outro lado, além de maximizar esse desenvolvimento em nossos filhos, algo que todos nós queremos é que as crianças aprendam a ser responsáveis e independentes. Não falamos dessa independência para que uma criança de 6 anos se comporte como uma de 10. O que queremos é que dentro de cada idade, ele assume a autonomia e as obrigações que correspondem a ele.

Alcançá-lo é um desafio e, por sua vez, também cresceremos com eles como mães e pais.

Chaves para educar crianças independentes

Começaremos oferecendo-lhe um conselho tão simples como surpreendente: se você quer uma criança independente deve oferecer-lhe autonomia. Sabemos que dizer “autonomia” pode ser um problema para muitas mães e pais.

Isso significa que devo conceder-lhe as liberdades que ele deseja? Absolutamente. Trata-se de confiar nos nossos filhos e permitir-lhes crescer de acordo com a sua idade e as suas próprias características.

Há mães e pais que se esforçam todos os dias para dar a seus filhos o melhor. Eles cuidam de cada detalhe, amarram seus sapatos, guardam brinquedos, preparam a mochila da escola, penteia-os, vesti-los… Tudo tem um limite, um equilíbrio e um propósito

 

Chega um momento em que eles devem dar seus próprios passos. Deixam de ser bebés para serem crianças. Algo assim vai certamente fazer você começar a ter suas próprias demandas. Portanto, nada melhor do que deixar claro desde o início: crescer e ser independente implica ser responsável, e ser responsável você tem que provar o que você é capaz de fazer.

Estas seriam algumas estratégias baseadas na metodologia Maria Montessori:

Crianças de 2 e 3 anos de idade

Maria Montessori estabeleceu o que são conhecidos como períodos sensíveis. São momentos em que as crianças adquirem o máximo potencial de aprendizagem, é quando elas são mais receptivas e quando, como pais, temos a melhor oportunidade para orientá-las.

Os dois e três anos são um momento especial. Começam a se comunicar, a exigir coisas, a descobrir o mundo, querer tocar tudo.

É um momento ideal para lhes dar suas primeiras responsabilidades. No entanto, essas responsabilidades serão supervisionadas por nós.

Eles podem começar a se vestir sozinhos, aprender a guardar seus brinquedos, ajudar a preparar a mesa, assumir a responsabilidade por suas coisas e se certificar de que não quebram.

Ao mesmo tempo, é imperativo que participemos das tarefas da casa. A criança faz parte de uma família e deve entender que todos nós temos responsabilidades.

Crianças de 4 e 6 anos de idade

Uma dica essencial que vem nesta idade é que o mobiliário doméstico está adaptado para eles. Dentro de suas possibilidades, eles podem e devem fazer muitas coisas.

Podemos colocar um banquinho para que a criança comece a se pentear sozinha, a escovar os dentes, a limpar-se.

Maria Montessori recomendou que todas as crianças pudessem funcionar em todas as áreas que fazem parte da vida cotidiana. Então, é ideal que, nesta idade, faça suas primeiras coisas na cozinha (sob nossa supervisão), sirva café da manhã, prepare uma salada, sua tigela de cereais …

Eles devem ser participantes, úteis e, acima de tudo, seguros de ver que eles podem fazer muitas coisas e fazê-las bem.

Para que uma criança se sinta autônoma e propicie ainda mais sua independência, é essencial que lhe proporcionemos reforços positivos. As carícias emocionais positivas são alimentos que os farão crescer em felicidade e segurança.

Crianças de 7 e 8 anos

A criança entre 2 e 8 anos de idade experimenta o momento evolutivo mais importante de sua vida. É esse período em que devemos basear sua autoestima, as raízes de sua identidade e, acima de tudo, essa visão de auto eficácia tão importante para continuar a crescer se sentindo útil, capaz e independente …

Entre as idades de 7 e 8 uma criança pode fazer um monte de coisas. Não obstante, às vezes vai pensar que pode fazer mais do que podemos permitir. É necessário dar asas, mas também um bom conselho.

Nesta idade, você deve ser completamente responsável por suas coisas, tanto em casa como na escola. Ela também deve nos mostrar que podemos confiar nela. Com base nessa confiança, a criança ganhará mais independência.

Por sua vez e não menos importante, devemos ter em conta algo básico. Nem todas as crianças amadurecem da mesma maneira. Portanto, não daremos certas responsabilidades a pessoas pequenas que ainda não podem assumi-las.

Não devemos forçar. Por exemplo, se uma criança de 8 anos de idade é muito esquecida, inquieta e desfocada, não podemos dar-lhe como responsabilidade preparar o seu próprio lanche todos os dias e colocá-lo em sua mochila. Provavelmente irá esquecê-lo.

Temos de supervisioná-lo, e vamos fazê-lo de forma discreta e carinhosa. Pouco a pouco e cada dia vai amadurecer e alcançar grandes coisas por conta própria.

Tradução e adaptação da equipe da Revista Pazes.

 

Texto Extraido: http://www.revistapazes.com/dicas-de-maria-montessori-para-educar-criancas-independentes/

Muitos pais apresentam este questionamento quando levam seus filhos para consulta médica. No entanto, é bom ressaltar que tal dúvida surge no dia a dia, onde os pais notam algumas características nas crianças.
Atitudes como engatinhar, andar, aumentar o repertório, entre outras ações merecem total atenção dos adultos que convivem com o pequeno. É normal que pais e responsáveis comecem a fazer comparação com outras crianças do convívio (sobrinhos, vizinhos e até outros filhos) para constatarem que há um relativo “atraso” no desenvolvimento da criança.

Contudo, é sempre relevante procurar ajuda de profissionais para que ele possa avaliar a situação e, assim, dar uma posição acerca do que foi apresentado.

Os sinais de atraso no desenvolvimento

Vale apontar alguns dos sinais que mostram que sinais podem ser identificados em casos de atrasos no desenvolvimento. Veja a seguir:

– Dificuldade com a habilidade de linguagem e a compreensão da fala da criança;

– Dificuldade para desempenhar ações básicas de cuidados, como lavar as mãos, vestir a própria roupa, etc. (Importante salientar que mesmo muito novas, as crianças podem e devem ser estimuladas a algumas ações de higiene pessoal);

– Dificuldade com a coordenação motora ampla, aquela que é responsável pelas ações dos principais músculos do corpo: andar, dançar, pular, sentar, etc.

– Dificuldade com a coordenação motora fina, que fica a cargo dos pequenos músculos e dão à criança a capacidade de manipular objetos, desenhar, recortar, escrever, entre outras ações;

– Dificuldade para habilidade de interação social: quando a criança se mostra arredia em todas as situações que saem do seu contexto familiar.

É preciso cautela para analisar os casos

Ao ler alguns dos sinais que podem ser apresentados pelas crianças como atraso no desenvolvimento, vocês devem ter notado que muitas delas mostram tais características. Portanto, é preciso ter muita cautela para considerar uma condição de ‘atraso’.

Para se ter um exemplo, é comum que crianças se sintam intimidadas em algum lugar que elas não conheçam e tenham dificuldade de se relacionar com os demais. Isto não tem nada a ver com atraso, mas uma timidez absolutamente normal. Há que se considerar, no entanto, quais as circunstâncias e a frequência que isso ocorre. Por isso o acompanhamento de um especialista é importante.

Há fatores que influenciam no possível atraso do desenvolvimento?

Sim. Alguns fatores podem ser identificados pelos médicos como a causa dessa situação.

Veja abaixo quais são elas:

– Complicação durante nascimento;
– Bebês prematuros;
– Condição genética;
– Síndromes que causam distúrbio de comportamento, dificuldades neuropsicomotoras e cognitivas;
– Dificuldades de audição;
– Entre outras.

Número é considerado normal

Segundo pesquisas realizadas acerca do tema, o índice de crianças que apresentam atrasos em algum desenvolvimento varia em uma média que vai de 10% a 15%, em pessoas abaixo dos 3 anos de idade. Há casos de pequenos que levam essas dificuldades até o início do ensino fundamental.

O tratamento é sempre importante

A ajuda de profissionais é imprescindível para oferecer à criança a possibilidade de melhorar o seu desenvolvimento e ter uma excelente qualidade de vida.

Texto Extraído: https://neurosaber.com.br/quais-sao-os-sinais-de-atraso-no-desenvolvimento-de-uma-crianca/?inf_contact_key=0eaf7ba0856eab449a47a5ce025f355a44549dbb3d1a1a2ac8a951cc812591fe

“O pai é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta. As crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física”.

As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

Que o amor materno é fundamental para a vida de qualquer criança, não temos qualquer dúvida. Aliás, em pleno século XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade (quase que exclusiva) da mãe os cuidados com os filhos (é uma criança que faz birra? Que bate no amiguinho? Que vai mal na escola? “A culpa é da mãe”, não é assim que ouvimos comumente por aí?)

Mas como fica o papel do pai nessa história? Pois um estudo recente mostrou que ele é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta.

Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crianças de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando são rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem são apegadas emocionalmente.
E quando essa rejeição é do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.

Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crianças e adultos, a rejeição paterna tem essa influência tão marcante porque, em primeiro lugar, é mais comum do que a materna.

E também porque a figura do homem é associada a prestígio e poder – ou seja, para a criança, é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que todos consideram importante.

Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física. As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

A boa notícia é que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contrário na formação da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

 

Texto Extraído: http://www.revistapazes.com/pai-e-insubstituivel/

A Psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal e tem como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde a Educação Infantil.

A Psicomotricidade nada mais é que se relacionar através da ação, como um meio de tomada de consciência que une o ser corpo, o ser mente, o ser espírito, o ser natureza e o ser sociedade. A Psicomotricidade está associada à afetividade e à personalidade, porque o indivíduo utiliza seu corpo para demonstrar o que sente.

Vitor da Fonseca (1988) comenta que a “PSICOMOTRICIDADE” é atualmente concebida como a integração superior da motricidade, produto de uma relação inteligível entre a criança e o meio.

Na Educação Infantil, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal. A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transforma-se em comportamento significante. É necessário que toda criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento.

O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor.Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação deve realizar atividades considerando seus níveis de maturação biológica. A recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na conservação da saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo.

Segundo Barreto (2000), “O desenvolvimento psicomotor é de suma importância na prevenção de problemas da aprendizagem e na reeducação do tônus, da postura, da direcional idade, da lateralidade e do ritmo”. A educação da criança deve evidenciar a relação através do movimento de seu próprio corpo, levando em consideração sua idade, a cultura corporal e os seus interesses. A educação psicomotora para ser trabalhada necessita que sejam utilizadas as funções motoras, perceptivas, afetivas e sócio-motoras, pois assim a criança explora o ambiente, passa por experiências concretas, indispensáveis ao seu desenvolvimento intelectual, e é capaz de tomar consciência de si mesma e do mundo que a cerca.

Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.

SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PSICOMOTORES: engatinhar, rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão e materiais variados (passeios ao ar livre), etc…..

Pode-se afirmar, então, que a recreação, através de atividades afetivas e psicomotoras, constitui-se num fator de equilíbrio na vida das pessoas, expresso na interação entre o espírito e o corpo, a afetividade e a energia, o indivíduo e o grupo, promovendo a totalidade do ser humano.

DICAS BIBLIOGRÁFICAS

CHICON, José Francisco. Prática psicopedagógica integrada em crianças com necessidades educativas especiais: abordagem psicomotora. Vitória: CEFD/UFES, 1999.

LAPIERRE, André; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento, psicomotricidade e educação. São Paulo: Manole, 1986.

LE BOULCH, Jean. Educação psicomotora: a psicomotricidade na idade escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.

VAYER, Pierre. A criança diante do mundo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.

WALLON, Henri. Do ato ao pensamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1947.

 

 

http://escola.educacaofisicaa.com.br/2012/10/desenvolvendo-capacidades-atraves-da.html

As referências mudam com o tempo. Portanto, já passou o tempo em que praticar arte marcial era associado a uma atitude de gente adulta.

Atualmente,  os tatames são ocupados por um público bem eclético, inclusive por crianças. Para os pequenos as artes marciais são especialmente benéficas. É uma forma dinâmica de despertar o interesse pela atividade física, algo que ainda não é totalmente apreciado por este público.

Geralmente são aplicados exercícios lúdicos para que as aulas sejam prazerosas, pois o que criança gosta mesmo é de brincar. O treino bem adaptado a essa faixa etária não perde nada em sua essência, pois as brincadeiras são programadas para desenvolver as técnicas de forma indireta. A sensação é de estar brincando, mas cada brincadeira tem uma função específica que pode ser a habilidade de esquivar, saltar, chutar alto, socar, rolar, etc.

 

Mais do que assimilar golpes, as lutas ajudam no desenvolvimento da coordenação motora, lateralidade e equilíbrio, além de prevenir e combater a obesidade. Professores e pais relatam melhoria no desempenho escolar da criança que pratica uma luta. O aumento da autoestima e da segurança também estão entre os ganhos frequentemente mencionados.

Portanto, a luta é mais uma opção, até mesmo na Educação Física Escolar, para as crianças praticarem atividade física!

 

http://escola.educacaofisicaa.com.br/2015/01/artes-marciais-para-criancas.html