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 Artigos EducacionaisSem categoria

Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!

 

Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Eu sei que às vezes estamos muito cansados, saturados com tantas informações e responsabilidades. Toda a nossa frustração acaba se transformando em cenhos franzidos e palavras duras que jogamos sobre os que mais amamos. Muitas dessas pessoas são crianças pequenas, filhos que não entendem o porquê da nossa irritação: trocamos o “falar bonito” e o carinho por palavras duras, cheias de adjetivos desnecessários que se referem de maneira cruel ao que eles “sempre fazem ou são”.
 
Quantos pais percebem que lançam sobre os seus filhos palavras como “você é um bobo”, “comporte-se” ou até mesmo “idiota”? A pessoa que vê de fora esse comportamento se surpreende com uma atitude tão imatura. No entanto, talvez esse pai não saiba como lidar com um nível de exigência tão alto. Será que em algum momento nós também já não agimos assim?
 

É preciso se esforçar. As crianças não têm culpa e não merecem que descarreguemos sobre elas os nossos problemas de maneira tão injusta. Elas estão começando a viver e tudo o que lhes dissermos hoje, seja uma mensagem positiva ou negativa, guardarão para sempre no seu coração.

Muitas vezes não são os filhos que estão passando por “um momento difícil”, mas os pais que se veem sobrecarregados e não sabem lidar com a pressão.

Falar com carinho será melhor do que gritar

Os pais acreditam que um grito ou um castigo são mais efetivos do que uma boa conversa porque os resultados são imediatos. Mas se esquecem de que a longo prazo aparecem alguns efeitos secundários indesejáveis. As crianças não podem se defender, se sentem humilhadas e descobrirão um sentimento chamado “ressentimento”.
 
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
Além disso, elas aprendem pelo exemplo: se alguém mais forte que elas pode utilizar a violência para controlá-las, elas também podem agir da mesma forma com as crianças que são menores que elas.
 
Em um primeiro momento, falar com carinho com as crianças diante de um mau comportamento pode parecer que não funcionará. No entanto, não é assim. Uma boa conversa sempre será mais importante; as crianças menores, mesmo que não acreditemos, entendem muito mais do que pensamos.
 
Se lhes explicarmos o que fizeram errado, como deveriam proceder e terminarmos a conversa com um abraço, estaremos lhes ensinando que errar é humano e que o importante é aprender com os erros.Entenderão que estamos lhes mandando uma mensagem clara: “eu confio em você, da próxima vez fará melhor”.
 
A ternura, o amor, a compaixão e o consolo ficarão gravados no fundo do coração dessa pessoinha que tanto amamos e que ainda tem muito para aprender. Essa mensagem que tentamos transmitir, as crianças vão entendendo ao longo da sua vida; talvez não vejamos um efeito tão imediato como uma palmada, mas a longo prazo veremos os bons resultados. Veremos como os nossos filhos educam os seus filhos e nos sentiremos orgulhosos deles.
 
Falar com carinho com as crianças lhes mostrará um caminho onde o amor, a atenção e a compreensão estarão muito presentes.
 
Queremos que os nossos filhos tenham medo de nós? Buscamos o seu respeito através do medo? Este não é o tipo de aprendizado que queremos transmitir. Uma palavra negativa ou um insulto podem causar insegurança, baixa autoestima, medos desnecessários… Sei que estamos muito ocupados, mas trouxemos para o mundo uma pessoa que merece toda a nossa atenção, nosso amor e todas as nossas boas ações.

O poder da disciplina afetiva

A agressividade promoverá mais agressividade e comportamentos que não desejamos. Por exemplo, se o nosso filho não entende os nossos gritos, aprenderá a não nos escutar. No entanto, se colocarmos em prática a disciplina afetiva, onde existem chamadas de atenção sutis e delicadas, os resultados serão muito melhores. É difícil agir dessa forma se os nossos pais não nos trataram assim. Sem nos darmos conta, repetiremos o mesmo padrão de comportamento.
 
Muitas vezes não queremos agir da mesma forma que os nossos pais, mas talvez isto aconteça porque não paramos para pensar em como estamos tratando nossos filhos. É muito importante refletir sobre isso. Talvez sintamos nostalgia por não termos recebido todo o carinho que os nossos pais podiam dar ou não sabiam demonstrar da maneira correta.
 
Tudo isso é normal. Nenhum pai tem um manual de instruções que indique qual é a melhor maneira de agir. Apesar disso, é preciso estar atento a tudo o que a criança vive na sua infância, porque falar com carinho a afetará de uma forma positiva, e descarregar nela as suas frustrações a afetará negativamente.

Mesmo que você esteja sem forças, mesmo que tudo ao seu redor seja negativo, não se canse nunca de falar com carinho com os seus filhos.

Por mais difícil que uma criança seja, nunca deixe de falar com ela com carinho!
 
Tudo o que acontece na infância nos marca profundamente e interfere em nosso futuro. As crianças nascem predispostas ao amor. Aprenda a conhecê-las, dê-lhes carinho e busque aquele ponto onde conseguiremos captar a sua atenção para poder ensiná-las e orientá-las corretamente. Isto deve ser feito através do amor, e não do medo. Falar com carinho com os seus filhos é a melhor decisão.
 
https://www.soescola.com/2017/04/por-mais-dificil-que-uma-crianca-seja-nunca-deixe-de-falar-com-ela-com-carinho.html
 

O processo de aprendizagem de uma criança durante a primeira infância, é inacreditavelmente rápido, e muitas vezes subvalorizado. 

A criança até aos 3 anos apresenta capacidade para pensar sobre o mundo e sobre si mesma através da interação que vai estabelecendo com as pessoas e objetos.

A observação, repetição, imitação e a experimentação permitem à criança situar-se perante si própria e perante os outros.

Cada momento de cada dia é uma experiência de aprendizagem.

A “casa” representa um lugar de reunião, estável, confortável e onde há amor tornando-se num local seguro. A composição da família, o número de brinquedos, a localização ou número de quartos, não define uma casa.

Tal como um jardim, uma casa deve ser assistida, apreciada, nutrida e respeitada para prosperar. É o cenário para do crescimento físico, mental, emocional e espiritual de um indivíduo, e se houver respeito e amor incondicional, esta casa será uma âncora para os filhos. A casa é a essência daquilo que queremos ser e do que queremos que os nossos filhos sejam.

A casa é a primeira sala de aula – não só no sentido académico – mas como um trampolim para o mundo.

Como nos tratamos uns aos outros, talvez seja a lição de vida mais importante que aprendemos em casa.

Somos educados uns com os outros? Respeitamo-nos? Demonstramos emoções? Honramos a privacidade?  Revezamo-nos? Assumimos as tarefas domésticas?

Resumidamente: podemos contar a nossa história honestamente e sem receio de julgamentos?

Em casa, os nossos filhos aprenderão a resolver problemas, desenvolverão a leitura e até as habilidades matemáticas apenas através da experiência vivida com a família. A aprendizagem com base no amor será adquirida num ambiente calmo e estável, onde se conversa, se brinca, se lêem histórias (muitas) e se fazem vozes de personagens em família.

“É impossível ter-se livros a mais”

Com a tendência crescente para o consumismo tecnológico, receio que muitas crianças cresçam sem a compreensão e respeito de experimentar palavras escritas.

A alegria de manter um livro, virar as páginas com antecipação, procurar um marcador perfeito, e ler em voz alta é um dos maiores presentes que podes dar aos teus filhos.

É imprescindível que arranjemos tempo para ler com os nossos filhos diariamente. Que os incentivemos a ler por conta própria. Há que parar e arranjar tempo. Quando deixam de dormir a sesta, esse tempo é perfeito para ficarmos no quarto com uma pilha de livros, e que os ensinemos relaxar enquanto expandem o seu vocabulário e estimulam a imaginação.

Esta prática também os ensina a apreciar o silêncio e a sentirem-se feliz consigo próprios – outra componente tão importante.

Histórias de encantar, aventuras, poesias tontas e lengalengas irão evoluir para coleções por capítulos que ocuparão a estante conforme os nossos filhos crescem.

É mais fácil dar à criança um entretenimento visual para passar o tempo, mas queremos mesmo que o caminho seja “passar tempo”? Tentemos que os livros se tornem na melhor ferramenta para os ajudar a “passar tempo”!

Se a casa é a primeira escola, então, os pais são obviamente os primeiros professores.

As tuas amizades e a forma como comunicas influenciarão directamente a forma como o teu filho irá relacionar-se na vida. A educação, respeito, a ética, o amor-próprio, o viver em comunidade são lições de vida que aprenderá contigo. Não fiques à espera que o mundo exterior faça esse trabalho por ti. Se assumires que a escola se irá encarregar disso, então já esperaste muito tempo. Essa é a tua responsabilidade desde o primeiro dia de vida do teu filho.

Parentalidade Consciente e Slow Parenting

A parentalidade não é sobre como criar o filho perfeito e idílico. Nem deve procurar resultados, mas sim experienciar o caminho. Por mais que queiramos acreditar que com determinação e trabalho duro conseguimos controlar tudo, a vida é muito mais complexa que isso, e certamente os nossos filhos terão de lidar com imprevistos. Se tens a capacidade de te adaptar positivamente a situações adversas, também o teu filho herdará essa característica. A isso se chama resiliência.

A parentalidade consciente pressupõe que se faça pausas, que se estude a envolvente e se façam escolhas com base no que consideramos ser o melhor para os filhos, mantendo-nos íntegros e fieis aos nossos valores.

Não será fácil, nem será óbvio, mas se estiveres confiante dos teus valores, um dia que tenhas de fazer essas escolhas, instintivamente saberás qual é o melhor caminho.

Aprender a confiar nos teus instintos e libertares-te das dúvidas é o primeiro passo para a parentalidade consciente.

Extraido: https://www.soescola.com/2017/06/a-casa-e-a-primeira-escola-e-os-pais-sao-os-primeiros-professores.html

 

Ser pai, mãe, avô, avó e, além disso, um educador eficaz, não é fácil. Cada criança vem a este mundo com necessidades próprias que devemos saber atender, com virtudes a serem potencializadas e emoções que devem ser incentivadas, orientadas e desenvolvidas.

Educar não é apenas ensinar as crianças a ler ou mostrar como podem realizar seu trabalho de pesquisa para o colégio com o computador. Ser pai ou mãe não é presentear os filhos com um telefone celular em seu aniversário, nem assegurar-nos de que colocamos o cinto de segurança neles cada vez que entram no carro. É muito mais que tudo isso.

Educar também é saber dizer “Não” e, ao mesmo tempo, dizer “Sim” com o olhar, porque educar não é apenas proibir, mas abrir o coração para os nossos filhos e reforçar cada dia o vínculo emocional que temos com eles, dando a entender que estamos juntos em cada instante para proporcionar-lhes maturidade como pessoas felizes e capazes.

Contudo, em algumas situações, mesmo que conheçamos a teoria não a aplicamos na prática. Além de pais e mães, também somos casal, empregados, empresários ou pessoas que querem trocar de emprego e que, possivelmente, ainda querem atingir novos objetivos profissionais. Tudo isso ocorre concomitantemente em nosso cotidiano e, sem saber como, começamos a cometer erros na educação de nossos filhos.

Se você for pai, se lembrará de quando foi filho e saberá, sem dúvida, o que você mais valorizou – e ainda valoriza! – ou do que mais sentiu falta nos seus dias de infância. Se a sua infância não foi especialmente feliz, entenderá quais aspectos romperam este vínculo emocional com os seus pais, esses erros que não devem ser repetidos sob nenhuma hipótese com seus filhos.

Falemos sobre isso.

  1. Não os escutar

As crianças falam e também perguntam muito. Pegam você de surpresa com mil questionamentos, inúmeras dúvidas e centenas de comentários nos momentos mais inoportunos. Desejam saber, experimentarquerem compartilhar e desejam compreender tudo que acontece diante delas.

Tenha bastante claro que, se você mandar que fiquem quietas, se você as obrigar a ficar em silêncio, ou se não atender suas palavras, respondendo com severidade ou de forma rude, isso fará com que, no curto prazo, a criança deixe de se dirigir a você. E o fará privilegiando seus próprios espaços de solidão, atrás de uma porta fechada que não desejará que você cruze.

  1. Castigá-los, transmitindo-lhes falta de confiança

São muitos os pais que relacionam a palavra educação com punição, com proibição, com um autoritarismo firme e rígido em que tudo se impõe e qualquer erro é castigado. Este tipo de conduta educativa resulta em uma falta de autoestima muito clara na criança, uma insegurança e, ao mesmo tempo, uma ruptura do vínculo emocional com eles.

Se castigamos não ensinamos. Se me limito a dizer para a criança tudo o que ela faz de errado, jamais saberá como fazer algo bem. Não dou a ela medidas ou estratégias, limito-me a humilhá-la. E tudo isso gerará nela raiva, rancor e insegurança. Evite sempre esta atitude. 

  1. Compará-los e rotulá-los

Poucas coisas podem ser mais destrutivas do que comparar um irmão ao outro ou uma criança a outra para ridicularizá-la, para dar a entender suas escassas aptidões, suas falhas, sua pouca iniciativa. En algumas ocasiões, um erro que muitos pais cometem é falar em voz alta diante das crianças como se elas não os escutassem.

É que o meu filho não é tão inteligente como o seu, é mais lento, o que se pode fazer”.Expressões como estas são dolorosas e geram neles um sentimento negativo que causará não apenas ódio em relação aos pais, mas um sentimento interior de inferioridade.

  1. Gritar com eles e apoiar-se mais nas ordens do que nos argumentos

Não trataremos aqui de maus tratos físicos, pois acreditamos que não há pior forma de romper o vínculo emocional com uma criança do que cometer este ato imperdoável.

Mas temos de ser conscientes de que existem outros tipos de maus tratos implícitos, quase igualmente destrutivos. É o caso do abuso psicológico, esse no qual se arruína a personalidade da criança por completo, sua autoimagem e a confiança em si mesma.

Há pais e mães que não sabem dirigir-se de outra forma a seus filhos, sendo sempre através de gritos. Levantar a voz sem razão justificável provoca um estado de euforia e estresse contínuo nos filhos; eles não sabem em que se apoiar, não sabem se fizeram algo bom ou mau. Os gritos contínuos enfurecem e fazem mal, já que não há diálogos, apenas ordens e críticas.

Deve-se ter muito cuidado com estes aspectos básicos. O não escutar, o não falar e o não demonstrar abertura, compreensão ou sobrepor a sanção ao diálogo são modos de ir afastando aos poucos as crianças do nosso lado. Elas nos enxergarão como inimigos dos quais devem se defender e romperemos o vínculo emocional com eles.

Educar é uma aventura que dura a vida toda em que ninguém é um verdadeiro especialista. Contudo, basta apoiar-se nos pilares da compreensão, do carinho e em um apego saudável que proporcione a maturidade e a segurança nesta pessoa que é também parte de você.

Imagem cortesia: Gabriela Silva, Nicolás Gouny, Whimsical

https://amenteemaravilhosa.com.br/4-atitudes-enfraquecem-vinculo-emocional-seus-filhos 

 

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